O início. Ah, o início. Marcado por longas conversas, assuntos inacabáveis e risadas gostosas, uma mudança, algo bom em uma vida solitária e sem graça. Talvez não tão solitária e nem tão sem graça, mas sim... pacata. A rotina cansativa, enjoativa, um dia mudou. Quando menos se esperava, mudou.
Dois meses depois as longas conversas, os assuntos inacabáveis e as risadas gostosas continuam, intensificando-se cada dia mais. Já aconteceu isso? Nunca. Comigo nunca. Primeira vez.
Meu primeiro amor.
Os planos que fazemos, os sonhos que temos, são os mesmos. Sei que as coisas geralmente não saem como queremos, nem sempre dá tudo certo... mas é algo que vale a pena tentar, e tentarei com todas as minhas forças. Sinto-me mais motivada do que nunca.
Meu primeiro e último amor, lembre-me que mesmo se tudo estiver desmoronando ao nosso redor, teremos um ao outro, e se um dia eu me transformar por um momento em algo que eu não sou, cave aquilo que existe dentro de mim. Mostre-me que estou errada, que meu ego está falando mais alto. Cave aquilo que existe dentro de mim, aquilo que está coberto. Lembre-me que sempre teremos um ao outro.
Meu primeiro, único e último amor, eu te quero para sempre.
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